24 de jan de 2010

Enquanto isso, no Haiti…

Aproveitando-se da situação vivida pelo Haiti nos últimos dias, os EUA se estabelecem militarmente nos país – logo serão 20 mil soldados das forças armadas estadunidenses impondo seu domínio sobre um país arrasado por séculos de exploração e, agora também, por terremotos.

Muitos talvez perguntam-se: o que os EUA poderiam querer com o Haiti? Sem motivação econômica direta, o Haiti é na verdade uma país estratégico; a verdadeira motivação transcede as fronteiras haitianas. O objetivo principal dessa ocupação é assegurar o domínio político, econômico e militar da América Latina. Com sua presença na Colômbia, recentemente em Honduras e agora no Haiti, os EUA criam um cerco à nossa região e, em especial, ao movimento revolucionário de países como Bolívia, Ecuador, Nicarágua e Venezuela.

2 comentários:

Maicon Cláudio da Silva disse...

Acho válido a leitura da reportagem "Cuba sigue enviando médicos, mientras Estados Unidos manda militares a Haití" do site "Comunicas" sobre a questão "humanitária" dos EUA no Haiti.

Segue abaixo link da reportagem:

http://es.comunicas.org/2010/01/19/cuba-sigue-enviando-medicos-mientras-estados-unidos-manda-militares-a-haiti/

fejuncor disse...

Antiamericanismo pedestre e inverídico. Que idiotice. Acho que vc deveria ir trabalhar de verdade ou montar uma empresa para por os pés no chão e deixar essas teorizações idiotas de bancos escolares de lado. Logo-logo vai acabar paranóico, igual o Nildo. Já vi que aquela ladainha do CSE fez a tua cabeça também. Que pena. A realidade é bem mais simples do que essa verborragia acadêmica ai, Josué. O Haiti é uma “república das ONGs”, mesmo antes do terremoto, não existia nada parecido com um Estado e quase nenhum sinal de serviços públicos. Os EUA estão apenas fornecendo o que ninguém pode fazer melhor: infra-estrutura. Logística. E é claro isso tem de ser feito pelo seu efetivo militar! Não aproveite tal situação para arrolar esses conspiracionismo infantis. Além de pouco ético, soa meio ridículo. Ninguém leva a sério.